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Espécie Asiática de Percevejo Chega ao Brasil

Espécie Asiática de Percevejo Chega ao Brasil:

O estudante e pesquisador Yan Lima, da Universidade Católica de Santos, fez o primeiro registro dessa espécie de percevejo no Brasil em novembro do ano passado. Ele registrou a descoberta no site iNaturalist, uma iniciativa da Academia de Ciências da Califórnia (EUA) e da National Geographic Society.

O pesquisador Ricardo Brugnera, doutorando em Biologia Animal pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), confirmou que o exemplar registrado pertencia à espécie Erthesina fullo e entrou em contato com Lima para discutir a criação de um grupo de estudos.

“Essa espécie vem chamando a atenção nos últimos anos, principalmente depois de ser encontrada na Albânia e na Nova Zelândia”, explicou Brugnera ao UOL. “Na Nova Zelândia, as autoridades ambientais emitiram alertas à população para que informassem sobre a presença do Erthesina em suas comunidades”.

 

Por que devemos considerar os alertas?

A agricultura é uma das bases da economia mundial, pois a partir dela são produzidos alimentos e muitos outros produtos primários utilizados pelas indústrias, pelo comércio e pelo setor de serviços. Por isso, quando o assunto se refere às pragas quarentenárias, é de extrema importância ter um olhar crítico e realizar o controle adequado. Afinal, a disseminação de pragas coloca em risco o agronegócio e os ecossistemas, podendo gerar graves prejuízos econômicos e ambientais.

Saiba mais sobre as pragas quarentenárias (https://www.bioseta.com.br/controle-e-prevencao-de-pragas-quarentenarias/).

 

Esse tipo de inseto é capaz de se adaptar para se alimentar de diversas espécies de plantas. Portanto, se ele migrar para regiões agrícolas, pode ser muito difícil combatê-lo e, em pouco tempo, ele pode acabar tornando-se uma praga que afeta as plantações, visto que é possível que ainda não haja predadores naturais para atacá-lo.

 

 

Habitats Favoráveis:


A descoberta dessa espécie no Brasil ainda é um assunto muito recente para que se possa prever qualquer tipo de dano, mas ela certamente já acende um alerta de que esses insetos podem se alastrar para a agricultura e biodiversidade do país e se tornar uma praga.

Em habitats quentes, eles são capazes de se reproduzir com facilidade: em um único ano, essa espécie pode produzir de duas a três gerações inteiramente novas. “Tudo vai depender do esforço feito agora, enquanto ela ainda não está largamente disseminada”, afirma Brugnera.

Por meio de nota, a Semam (Secretaria Municipal do Meio Ambiente) informou que já comunicou essas informações ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), pois, como a origem provavelmente foi a área portuária, essa é uma responsabilidade federal. “Em relação à arborização urbana, a Semam está analisando os ingás, visando avaliar a situação e os eventuais procedimentos”.

 

Conte com a Bioseta!

A Bioseta conta com licenciamento ambiental junto à FEPAM, bem como autorização do MAPA para realizar o tratamento de embalagens para exportação com eficiência e qualidade no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Quer saber mais sobre pragas quarentenárias e como evitar? Fale com nossos especialistas pelo número (51) 3396-6161 ou pelo e-mail: comercial@bioseta.com.br.

 

Referências:
https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2021/08/21/especie-asiatica-de-percevejo-comilao-chega-ao-brasil-e-acende-alerta.htm

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