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Em escritórios, lojas, hotéis, estabelecimentos de saúde e condomínios, o ar-condicionado fica ligado boa parte do dia. Por isso, é esse mesmo ar, recirculado sem parar, que define a qualidade do que todos ali dentro respiram. Um ar-condicionado sem manutenção, no entanto, cobra um preço que não se vê: o acúmulo de microrganismos que volta ao ambiente toda vez que o sistema liga.

Como o ar frio e seco afeta as vias respiratórias

O ar frio e de baixa umidade dos ambientes climatizados resseca as mucosas e prejudica o mecanismo natural de limpeza das vias respiratórias, que retém e expele impurezas do nariz e da garganta. Consequentemente, com essa barreira menos eficiente, o organismo fica mais exposto ao que circula no ar.

Além disso, filtros, serpentinas e bandejas de condensado acumulam ácaros, fungos e bactérias quando ninguém faz a limpeza periódica. Em seguida, esse ar contaminado volta a circular pelo ambiente. Ou seja, a soma dos dois fatores (vias respiratórias mais vulneráveis e ar com mais contaminantes) torna o problema maior do que parece.

Sintomas de um ar-condicionado sem manutenção

Na prática, esse acúmulo se manifesta em tosse, espirros, rinite, sinusite e irritação respiratória, um quadro associado à chamada Síndrome do Edifício Doente. Em ambientes com exposição contínua e público mais sensível, como hotéis, condomínios e estabelecimentos de saúde, a gestão precisa redobrar a atenção.

Ainda assim, o problema não se limita a eles: qualquer escritório, loja ou ambiente comercial climatizado está sujeito ao mesmo mecanismo. Portanto, a diferença costuma estar na frequência de manutenção do equipamento, e não no tipo de ambiente.

O impacto na rotina de quem trabalha no ambiente

Para as áreas de facilities e RH, a qualidade do ar também faz parte de um ambiente de trabalho saudável. Afinal, quadros recorrentes de tosse, rinite ou sinusite entre pessoas que passam o dia no mesmo espaço climatizado tendem a gerar mais desconforto na rotina e mais afastamentos. Trata-se de um custo silencioso que raramente alguém associa ao ar-condicionado.

Higienização e sanitização: duas etapas complementares

Primeiramente, a higienização remove a sujeira acumulada no aparelho e prepara o equipamento para a etapa seguinte. Depois, a sanitização aplica saneantes sob pressão em filtros, serpentinas e bandejas de condensado. Dessa forma, reduz ácaros, fungos e bactérias nos pontos que a limpeza visível não alcança.

Quando feitas em conjunto e com a frequência adequada, as duas etapas reduzem a recirculação de ar contaminado no ambiente. Conheça o serviço de higienização e sanitização de ar-condicionado da Bioseta.

Ar-condicionado sem manutenção: como evitar o problema

Em resumo, um ar-condicionado sem manutenção compromete o conforto e a saúde de quem ocupa o espaço. Por isso, antes que o calor chegue e a demanda por manutenção aumente, vale verificar quando o equipamento passou pela última vez por higienização e sanitização completas, e não apenas por uma limpeza de filtro.

Da mesma forma, vale saber se alguém já mediu a qualidade do ar interior. A análise da qualidade do ar interior mostra, com dados, o que as pessoas estão respirando.

A Bioseta realiza higienização e sanitização de ar-condicionado, higienização de dutos de climatização e análise da qualidade do ar interior para empresas, hotéis, condomínios e estabelecimentos de saúde no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná.

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