Impactos da pandemia da COVID-19
A pandemia da COVID-19 instaurou a maior crise sanitária do século, abalou a economia de vários países e transformou a vida em sociedade. O mundo passou a experimentar novas formas de trabalho e lazer.
Só no Brasil, mais de 180 mil pessoas já morreram em decorrência da doença. Globalmente, as mortes ultrapassaram 1 milhão de casos confirmados.
Mudanças de hábitos e protocolos
Atualmente, a crise trouxe novos protocolos para o dia a dia. Aos poucos, a população entendeu a importância de higienizar as mãos com frequência e de adotar o uso de máscaras ao sair de casa. Micro-organismos nocivos sempre estiveram presentes, mas a pandemia serviu de alerta para os riscos que eles representam.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que uma das maiores taxas de mortalidade mundial está associada às infecções. Por isso, os cuidados sanitários se tornaram ainda mais relevantes.
Lições culturais e educativas
A pandemia também deixou ensinamentos culturais e educativos. As pessoas passaram a compreender melhor o papel dos micro-organismos e como combatê-los no dia a dia. Empresas, por sua vez, criaram rotinas de prevenção e adotaram barreiras sanitárias para reduzir transmissões.
Além disso, o controle sanitário dos ambientes públicos precisa caminhar em conjunto com os cuidados particulares de cada cidadão e organização. A higienização microbiana em transportes coletivos, por exemplo, é essencial para evitar a contaminação cruzada.
A importância de reforçar os cuidados
O aumento recente do número de casos da COVID-19 no Brasil acendeu um novo alerta. A pandemia ainda não acabou. É necessário reforçar os cuidados: utilizar máscara, higienizar as mãos com álcool em gel e evitar aglomerações.
O uso da máscara pode reduzir em 40% o risco de transmissão
Um estudo realizado na Alemanha e publicado no site VoxEU mostrou que o uso de máscara pode reduzir em até 40% a taxa de crescimento das infecções.
Na cidade de Jena, primeira a adotar a obrigatoriedade da máscara em abril de 2020, os casos caíram quase a zero nos dias seguintes. A simulação do estudo indicou que, sem a medida, os casos poderiam ter sido 23% maiores.
Segundo os pesquisadores: “Nossos resultados sugerem que exigir máscaras é uma medida de contenção com bom custo-benefício, menos prejudicial à economia e democrática.”
Cuidados e proteção contra o Coronavírus
As recomendações de prevenção continuam as mesmas:
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Lavar as mãos com frequência até a altura dos punhos com água e sabão, ou higienizar com álcool em gel 70%.
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Ampliar esse cuidado em ambientes públicos, no transporte coletivo ou ao tocar superfícies de uso comum.
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Cobrir nariz e boca com lenço ou com o braço ao tossir ou espirrar.
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Evitar tocar olhos, nariz, boca ou a máscara sem higienizar as mãos.
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Manter distância mínima de 2 metros entre pessoas em espaços públicos.
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Evitar abraços, beijos e apertos de mãos.
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Higienizar regularmente objetos de uso frequente, como celular e brinquedos das crianças.
Sanitização de ambientes no combate ao Coronavírus
Mesmo locais que passam por limpeza diária não estão totalmente livres de vírus, bactérias, fungos, ácaros e outros micro-organismos capazes de causar doenças e alergias.
Por isso, a sanitização de ambientes é indispensável para criar espaços biologicamente seguros — seja no escritório, transporte público, academia, escola, restaurante, residência ou outros ambientes de convívio.
A sanitização, também chamada de desinfecção, reúne processos que reduzem a carga microbiológica presente no ar e nas superfícies. Assim, diminui-se a quantidade de vírus, bactérias, fungos e ácaros, tornando o espaço mais seguro.
Esse processo é um aliado no combate à COVID-19.
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Fontes:
https://coronavirus.saude.gov.br/sobre-a-doenca#como-se-proteger
https://www.bioseta.com.br/voce-sabe-qual-a-diferenca-entre-limpeza-sanitizacao-e-desinfeccao/
